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Casos críticos: como achar quem precisa de atenção agora

Algumas respostas pedem ação imediata — e a nota nem sempre as revela. Como a IA da Tua Opinião destaca os casos críticos pela carga de emoções negativas, em qualquer resposta aberta.

Tua Opinião7 min de leitura

Numa pesquisa com milhares de respostas, algumas poucas são urgentes: um cliente prestes a sair, uma reclamação grave, alguém que perdeu a confiança. O problema é encontrá-las antes que seja tarde — sem ler tudo e sem confiar apenas na nota. É para isso que servem os casos críticos.

O volume esconde a urgência

Quanto mais respostas, mais difícil achar as que importam agora. As urgentes se afogam no meio de centenas de comentários comuns, e a média — tão útil para ver a tendência — esconde justamente o indivíduo que está prestes a romper a relação. Ler tudo, à mão, não escala; e olhar só a nota deixa passar gente em risco.

O que é um caso crítico

A definição é objetiva: são casos críticos as respostas com média de sentimentos negativos acima de 35%. A IA mede dez emoções em cada resposta aberta; quando o peso somado das negativas — frustração, tristeza, desgosto, raiva e medo — ultrapassa esse limite, a resposta é destacada. Tudo isso cai como um alerta no dashboard, numa lista pronta para você percorrer.

Tua Opinião · Casos críticos
Lista de casos críticos no dashboard: cada cartão mostra a pessoa, a data, o trecho da resposta e as emoções negativas predominantes (frustração, tristeza, desgosto), com o percentual de negatividade e um ícone de alerta.
Os casos com média de sentimentos negativos acima de 35%, reunidos num alerta navegável. Dados ilustrativos.

Independente da nota de NPS

Este é o ponto que muda o jogo: a análise de sentimentos roda em qualquer resposta aberta, não importa a nota dada. A nota é um número; o texto carrega o risco real. Alguém pode dar 6 e, no relato, transbordar frustração; outra pessoa pode até atribuir uma nota mediana e, nas palavras, avisar que vai embora.

Como o alerta não depende da pontuação, ele alcança até quem você não classificaria como detrator — um neutro ou promotor com um desabafo grave. São sinais que a nota, sozinha, jamais mostraria.

Do alerta ao caso, um a um

Do alerta, você abre cada caso e vê o quadro completo: a resposta (digitada ou transcrita do áudio), a quebra emoção por emoção e o contexto que permite agir — agência, gerente ou carteira, tipo de conta e canal. Não é só saber que existe um problema: é ter em mãos de quem é e a quem encaminhar.

Tua Opinião · Detalhe da resposta
Detalhe de uma resposta crítica: a nota dada, o texto completo do motivo e um gráfico com a intensidade de cada emoção (frustração 94%, tristeza 66%, desgosto 45%...), além do contexto do respondente como agência, carteira e canal.
No detalhe, a resposta com a intensidade de cada emoção e o contexto para acionar a pessoa certa. Dados ilustrativos.

O que fazer com um caso crítico

O alerta só vale pelo que vem depois dele. Com os casos críticos em mãos, o roteiro é direto:

  1. Priorize. Comece pelos casos com maior carga negativa — são os de maior risco de ruptura.
  2. Encaminhe a quem resolve. O contexto (carteira, agência, canal) leva o caso direto ao responsável certo.
  3. Feche o ciclo rápido. Um retorno ágil a quem relatou o problema é o que transforma um cliente em risco em um cliente retido.

Como a Tua Opinião faz

Na Tua Opinião, a análise de sentimentos roda em toda resposta aberta e a regra dos 35% faz os casos críticos emergirem sozinhos, como alerta no dashboard — com o detalhe e o contexto de cada um para você agir. É a ponte entre a nota e a ação: em vez de descobrir tarde demais que alguém saiu, você fala com quem precisa hoje.

Perguntas frequentes

Ainda em dúvida?

Quer ver os casos críticos da sua base?

A gente coleta, a IA destaca quem precisa de atenção e você age a tempo. Vamos conversar?